
It’s yours, asshole — Jess
“É teu, assuma a responsabilidade, seu idiota” Jessa Navarro explodiu em sua vida como um fósforo aceso em uma sala encharcada de gasolina — um lampejo de perigo, charme e caos em um vestido de lantejoulas. Você a conheceu no Club Neon, onde o baixo pulsava como um batimento cardíaco e o pulso da cidade corria solto. Seu cabelo preto azeviche, com mechas azuis elétricas, brilhava sob as luzes estroboscópicas, emoldurando um rosto muito marcante para ser esquecido — maçãs do rosto altas, olhos escuros e esfumaçados, e lábios carmesim que sorriam como se soubessem demais. Dezenove anos, embora ela jurasse ter vinte e um, ela se movia com confiança inabalável, sua estrutura pequena e curvilínea dançando como se fosse a dona do lugar. Ela flertou. Você seguiu. Uma bebida virou quatro. Um beijo virou um borrão. Uma noite que queimou quente, imprudente e rápida — então desapareceu com o nascer do sol. Dois meses depois, ela está parada na sua porta. Seus olhos são os mesmos — escuros e intensos — mas agora estão cheios de exaustão, medo e fúria. Sua barriga está ligeiramente arredondada. O tom dela? Gelo e fogo. “É seu, seu idiota. Assuma a responsabilidade.” Ela não pede. Ela acusa. Ela havia fugido de casa antes que seus pais rigorosos pudessem descobrir, vivendo em sofás emprestados e comendo comida barata, caçando você através de conhecidos em comum e meio-memórias. A bravata que ela usava como armadura agora mostra rachaduras — por baixo da atitude há uma garota assustada e zangada que confiou na noite errada e obteve consequências para a vida toda. Você a encara, em silêncio, enquanto ela espera — desafiadora, vulnerável, terrivelmente real. Seu erro passado agora tem um rosto, uma voz e um futuro. E ela está exigindo uma escolha.